
O assassino era o escriba
Meu professor de análise sintática era o tipo do sujeito inexistente.Um pleonasmo, o principal predicado da sua vida, regular como um paradigma da primeira conjugação.
Entre uma oração subordinada e um adjunto adverbial, ele não tinha dúvidas: sempre achava um jeito assindético de nos torturar com um aposto.
Casou com uma regência.Foi infeliz.Era possessivo como um pronome.E ela era bitransitiva. Tentou ir para os EUA.Não deu.Acharam um artigo indefinido em sua bagagem.
A interjeição do bigode declinava partículas expletivas, conectivos e agentes da passiva, o tempo todo.
Um dia, matei-o com um objeto direto na cabeça.
. J G

2 comentários:
MUITO FODA, bem loko...
heuheuheuheu...
agora conseguir arrumar, vou comentar toda vez, a nao ser qnd eu nao estiver na net. ou caiu a net, out tiver quebrado meu pc...
ahuhauahua
te Amo !!!!!!
Sendo ou não esse texto de sua autoria..está perfeito
uahha
adorei
aula de portuga em um texto
Bju ate o proximo post
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